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Friday, 19 September 2008

Chesnut Born Again

RA Chesnut, Born Again in Brazil: The Pentecostal Boom and the Pathogens of Poverty, (London: Rutgers University Press, 1997)
The Preconversion World of Illness
“Crentes divide their life history into three moments: preconversion, conversion and postconversion.”1 51
points to the fact that neither Catholicism, through its association with Carnival and feasts, and Umbanda with the consumption of liquor in terreiros offer much spiritual aid for the alcoholic.258
Refers to a “male prestige complex” expressed for example in sexual conquests.3 60
widespread nature of violence in Brazilian society “it is the violence of the street reproduced inside the walls of the house that sends shantytown dwellers, mainly women, in search of the peace of sanctuary.”4 62
note use of “postmodern Pentecostal churches” preferred to “neo-Pentecostal”.5 65
“Beyond the walls of the academy, atheism is a foreign concept in Brazil.”6 67
Utilitarian approach to religion in Brazil, “poor clients attach themselves to a divine patrão who provides protection and occasional miracles in exchange for ritual acts of sacrifice.”7 67 Pagar promessa: “supplicants promise to “pay” for the aid performing a ritual act of sacrifice, normally a procession or pilgrimage.”8 68
Pentecostal women who had previously gone to a terreiro usually went their searching for healing, men often also went searching for employment.9 70
“Umbanda provides no definite moral code by which followers should live. Similarly, the Catholic church, as a civil religion, fails to create a world apart, where believers can stand in opposition to a pathogenic society that robs them of their human potential and dignity.”10 71

Tuesday, 3 June 2008

Martin

Power to become involved in politics but pessimism about efficacy of political action1 (66)


"In general, it can be said that such interest as Pentecostals show in Politics is of a piece with Brazilian political life as a whole: votes given by clients to patrons for services rendered"2 (67)


"more black people among Pentecostals than other denominations."3 (67)


Umbanda as main rival of Pentecostalism4 (68)


Initial recruits of Umbanda similar to initial recruits of historical Protestantism5 (69)


initial "whitening" of Umbanda later to be reversed. "The ambibalence of Umbanda towards blackness both masks and perpetuates, racial prejudices....its whole cosmology was a reflection of patronage, mediation and decentralization."6 (69)


Both Umbanda and Pentecostalism benefit from acceptance of alternative medicine in Brazil7 (69)


Surprising fact that CEB members and Pentecostals have similar voting patterns8 (70)

In contrast to Argentina where the was a large Italian Catholic community which allowed a diaspora Catholicism..." So, many Brazilain Italians felt sufficiently alien to reform themselves both socially and religiously, and convert to Protestantism."9 (75)


"Those churches who foster a dry concern with dogma at the expense of spiritual dynamic and freedom remain relatively ineffective."10 (76)

1D. Martin, Tongues of Fire: Explosion of Protestantism in Latin America,(Oxford: Blackwell Publishers, 1990) 66.

2D. Martin, Tongues of Fire: Explosion of Protestantism in Latin America,(Oxford: Blackwell Publishers, 1990) 67.

3D. Martin, Tongues of Fire: Explosion of Protestantism in Latin America,(Oxford: Blackwell Publishers, 1990) 67.

4D. Martin, Tongues of Fire: Explosion of Protestantism in Latin America,(Oxford: Blackwell Publishers, 1990) 68.

5D. Martin, Tongues of Fire: Explosion of Protestantism in Latin America,(Oxford: Blackwell Publishers, 1990) 69.

6D. Martin, Tongues of Fire: Explosion of Protestantism in Latin America,(Oxford: Blackwell Publishers, 1990) 69.

7D. Martin, Tongues of Fire: Explosion of Protestantism in Latin America,(Oxford: Blackwell Publishers, 1990) 69.

8D. Martin, Tongues of Fire: Explosion of Protestantism in Latin America,(Oxford: Blackwell Publishers, 1990) 70.

9D. Martin, Tongues of Fire: Explosion of Protestantism in Latin America,(Oxford: Blackwell Publishers, 1990) 75.

10D. Martin, Tongues of Fire: Explosion of Protestantism in Latin America,(Oxford: Blackwell Publishers, 1990) 76.

Monday, 2 June 2008

Santos

Estudando o comportamento juvenil no âmbito do lazer, NOVAES (2005) identificou que o ato de ir a missa, igreja e culto ocupa uma posição privilegiada no lazer de jovens." 1(162)

"A pulverização de religiões, a migração inter-religião e a individualização religiosa estão sedimentando um novo cenário religioso."2 (164)

"Diferentemente da igreja católica, o movimento pentecostal trabalha num horizonte que dissocia o movimento corporal do prazer sexual. Com isso, os cultos acabaram incorporando a dança, o canto e a riqueza gestual como canais de acesso ao emocional, ao sagrado." 3(166)


"O segundo momento desse movimento foi garantir a onipresença de Deus em todos os lares evangélicos. Coube à mídia garantir o encontro com o sagrado. Graças a tal movimento foi criada uma série de produtos para o entretenimento litúrgico: CDs, DVDs, internet, games bíblicos, celulares e canais exclusivos de rádio e TV."4 (166)


focus on the role of friendship and socialization5 (170-171)


"A maior participação em atividades religiosas de jovens católicos não está associada aos horários dos cultos. Submergem dessa realidade três questões: o não envolvimento dos jovens em cultos da igreja católica, que são considerados muito litúrgicos e pouco envolventes; o sábado à tarde é o momento de maior participação de jovens em atividades religiosas, demonstrando que há um espaço importante de formação religiosa fora do culto católico; a pouca participação dos católicos em atividades de sua religião. A força dos evangélicos está associada a duas questões: maior força doutrinária e maior diversificação de igrejas evangélicas e cultos. Esses dois fatores têm permitido uma filiação" 6(173)


1E Santos and C Mandarino, 'Juventude e Religião: cenários no âmbito do lazer', Revista de Estudos da Religião 3 (2005), 161177, 162.

2E Santos and C Mandarino, 'Juventude e Religião: cenários no âmbito do lazer', Revista de Estudos da Religião 3 (2005), 161177, 164.

3E Santos and C Mandarino, 'Juventude e Religião: cenários no âmbito do lazer', Revista de Estudos da Religião 3 (2005), 161177, 166.

4E Santos and C Mandarino, 'Juventude e Religião: cenários no âmbito do lazer', Revista de Estudos da Religião 3 (2005), 161177, 166.

5E Santos and C Mandarino, 'Juventude e Religião: cenários no âmbito do lazer', Revista de Estudos da Religião 3 (2005), 161177, 170171.

6E Santos and C Mandarino, 'Juventude e Religião: cenários no âmbito do lazer', Revista de Estudos da Religião 3 (2005), 161177, 173.

Sanchez

"Há em curso nas sociedades latinas uma hibridação, ou seja, um processo que mescla estilos, influências, linguagens de comunicação, etnias, tradições de classes e mercados." 1(33)

factors 1) urbanization 2) conventional media 3) new media2 (33)

rather than an enormous anonymous mass, city should be regarded as an "emaranhado de grupos urbanos e sociais, vinculados pelos meios de comunicação." 3(33)


"Sanchis afirma que há um trânsito entre duas culturas presentes na sociogênese da nação brasileira, uma tradicional, católica-afro-brasileira, e uma moderna, da escolha individual e de identidades exclusivas." 4(34)


Divisions & subdivisions of Brazilian Religion

1. Christian

1.1 Catholic

1.1.1 Popular

1.1.2 Progressive (CEBs)

1.1.3 Conservative (TFP)

1.1.4 Charismatic

1.2 Protestant

1.2.1 Imigration (lutheran)

1.2.2 Mission (methodist)

1.2.3 Pentecostal (AoG)

1.2.4 Neopentecostal (IURD)

2. Afro-Brazilian

2.1 C&omble

2.2 Umb&a

3. Spiritist

4. Eastern Religion

5. New Age

5 (35)


reference to the significance of the cult of saints despite efforts by the Catholic hierarchy to control it 6(36)

1E Silveira & E Crochet, “Modernidade(s) e Religião: Rupturas, Permanências e Combinações,” Sociedade e Cultura 9:1 (2006): 27-38, 33.

2E Silveira & E Crochet, “Modernidade(s) e Religião: Rupturas, Permanências e Combinações,” Sociedade e Cultura 9:1 (2006): 27-38, 33.

3E Silveira & E Crochet, “Modernidade(s) e Religião: Rupturas, Permanências e Combinações,” Sociedade e Cultura 9:1 (2006): 27-38, 33.

4E Silveira & E Crochet, “Modernidade(s) e Religião: Rupturas, Permanências e Combinações,” Sociedade e Cultura 9:1 (2006): 27-38, 34.

5E Silveira & E Crochet, “Modernidade(s) e Religião: Rupturas, Permanências e Combinações,” Sociedade e Cultura 9:1 (2006): 27-38, 35.

6E Silveira & E Crochet, “Modernidade(s) e Religião: Rupturas, Permanências e Combinações,” Sociedade e Cultura 9:1 (2006): 27-38, 36.

Souza et al

claim that recent indicators point to a decline in the role of religion in Brazilian society, yet everywhere religious institutions seem to multiply.1


AF Pierucci, “Secularização e declíni do catolicismo” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 1321.


Makes the point that any traditional majority religion in a society which is modernizing is bound to lose followers.2

Sociology of Religion in Brazil= Sociology of the decline of Catholicism.3 Consequence of Brazil becoming a freer more plural society.4

Despite all the changes still 125 million out of a 175 million Brazilians declare themselves to be Catholics.5

Is impressed by those who refuse to submit to any religious authority and do not link to any religious institution, considering it “a melhor parte da historia.”6


MJ Rosado-Nunes, “O Catolicismo sob o escrutínio da modernidade” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 2236.


1960s -1980s “A Igreja Católica parecia ... à época, afinada com a sociedade brasileira e seus anseios democráticos e de justiça social.”7

Points to the significance of civil society developing its own institutions and no longer needing the RCC as its spokesman.8

claims that with the re-emergence of more conservative bishops the church becomes non-aligned with society.9

claims that sexuality and the role of women are two serious issues faced by the RCC in the 21st century.10

Since colonial period Brazilian catholicism popular, syncretic, distant from the European, Roman Church. “Aqui a mistura de elementos religiosos indígenas e africanas aos rituais , à simbologia e à doutrina católicas, associada à escassez de clero, à ausência de uma catequese e educação religiosa mais formalizadas... um catolicismo “tropical” ou “popular”.”11

Brazilian history confuses itself with the implementation of Catholicism so that for a long time to be a Brazilian was to be a Catholic. This identification being challenged by religious pluralism.12

Catholic church now is open to criticism, with faithful less subject to authoritarian discourse. Church deals with this by distancing itself from modernity and assuming a “prophetic” role.13


EJ Brito, “A Agonia de um Modelo” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 3746.


claims that female liberation has yet to reach the RCC.14

claims that Catholic parishes are starting to recover the CEBs.15

1BM de Souza & LMS Martino, “Prefácio” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 710, 7.

2AF Pierucci, “Secularização e declíni do catolicismo” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 1321, 14.

3AF Pierucci, “Secularização e declíni do catolicismo” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 1321, 14.

4AF Pierucci, “Secularização e declíni do catolicismo” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 1321, 15.

5AF Pierucci, “Secularização e declíni do catolicismo” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 1321, 16.

6AF Pierucci, “Secularização e declíni do catolicismo” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 1321, 17.

7MJ Rosado-Nunes, “O Catolicismo sob o escrutínio da modernidade” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 2236, 23

8MJ Rosado-Nunes, “O Catolicismo sob o escrutínio da modernidade” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 2236, 23.

9MJ Rosado-Nunes, “O Catolicismo sob o escrutínio da modernidade” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 2236, 2324.

10MJ Rosado-Nunes, “O Catolicismo sob o escrutínio da modernidade” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 2236, 2728.

11MJ Rosado-Nunes, “O Catolicismo sob o escrutínio da modernidade” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 2236, 28.

12MJ Rosado-Nunes, “O Catolicismo sob o escrutínio da modernidade” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 2236, 29.

13MJ Rosado-Nunes, “O Catolicismo sob o escrutínio da modernidade” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 2236, 33.

14EJ Brito, “A Agonia de um Modelo” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 3746, 42.

15EJ Brito, “A Agonia de um Modelo” in BM de Souza & LMS Martino (eds), Sociologia da Religião e Mudança Social, (São Paulo: Paulus, 2004) 3746, 44.

Troch

claims that in Brazil dance, music, religion, football and carnival cannot be separated1 (55)

Candomble described as a religion of black brazilians charactarised by meals offered to saints2 (55 note 1)

o

gives some interesting statistics and background information about Brazil 3(56-57)

" A characteristic of Brazil is its melting pot of cultures. There is no original Brazilian culture....Brazilians are proud that they have no dominant or minority cultures." 4(57)

o

refers to urban violence5 (57-58)

o

"Corporality is central in the emotional world of the Brazilian."6 (58) expressed not only in music but in cosmetic surgery and fitness centres7 (58)

o

"The influence of the process of globalisation is very great in this extremely bureaucratic country with its daily political and financial scandals."8 (58)

o

"religion is no longer rooted in family or tradition for Brazilians." 9(59)

"At this moment we see a clear change from the classical historic churches towards more recently constructed forms of belief like New Age, the Pentecostal and Neo-Pentecostal churches, towards the Afro-Brazilian religions like Candomble, Macumba and Umbanda."10 (59)

"In Brazil we speak of a double movement: 1st there is a construction of new religious movements with new doctrines as a consequence of the mixture of earlier religious forms and traditions; 2nd great numbers of faithful simultaneously are active in two different religions." 11(59)

rejects the term syncretism; preferring 'macro-ecumenics' 12(59)

o

claims that social class is decisive for change with Umbanda, New Age and Neo-Pentecostals attracting middle and upper class people, and Pentecostalism being more significant amongst the poor 13(60)

emphasises the quest for personal healing, linking this to a postmodern concern for individual well-being in an urban culture. (1460)

o

claims that a similar exodus as that in the Roman Catholic Church is taking place in the Protestant churches 15(61)

claims that the middle class are being lost to secularization; and the poor in Pentecostalism 16

1 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 55.

2 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 55 footnote 1.

3 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 56-57.

4 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 57.

5 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 5758.

6 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 58.

7 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 58.

8 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 58.

9 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 59.

10 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 59.

11 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 59.

12 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 59.

13 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 60.

14 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 60.

15 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 61.

16 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 61.

troch

Afro-Brazilian religions:

(1) linked to the black population

(2) described as a force behind the abolition of slavery

(3) "religion of trance and ecstasy." 1(63)

(4) "Trance, animal sacrifices and celebrations of this religion attract nowadays more and more white intellectuals, who enjoy this religion as a joyful break with the theology of sin and fault that dominates traditional churches. Candomble puts no ethical demands to the behaviour of its faithfuL" 2(63)

claims that the penetration of white intellectuals makes it more individualistic, less ethnic and reduces its female character 3(63)

o

In Brazil New Age movements mix:

(1) native Indian philosophy and shamanism

(2) notions from western philosophy of religion; and spiritism 4(64)

"The appeal upon intellectuals and people of middle class in general must be understood from the perspective of the emphasis on the exotic, the body, the importance given to festivals and the lack of ethical demands and notions of guilt." 5(64)

1 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 63.

2 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 63.

3 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 63.

4 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 64.

5 L Troch, 'Ecclesiogenesis: the Patchwork of New Religious Communities in Brazil' Exchange 33:1 (2004), 5472, 64.

Thursday, 29 May 2008

Escobar

P. Freire importance of paying attention to the culture of silence of the poorer classes1

De Soto focus on the entrepreneurial skills of the poor2 (84)

D. Martin and C. Mariz critique of Marxist analysis for being antipathetic to the religion of the poor and ignoring their role as agents3 (85-86)

Colonial period, conversionist impulse limited with a feudal order being established. RCC role based more on its dependence of the coercive power of the secular order, than on a close relationship between clergy and people.4 (87)

Dominant classes; understanding of Catholic orthodoxy, participated in colonial project of protecting it from Jewish or Protestant influences. Poorer classes, popular Catholicism, transplant of medieval folk Catholicism5 (87)

Syncretism, subversion of Catholic church, after violent repression failed, more accomodationist measures needed6 (88)

Subversive role of Jesuit reductions within colonial project ; seeking autonomy from feudal order7 (88-89)

Canudos interpreted as a rural folk Catholic revolt against the emerging modernizing trends8 (90-91)

Biblical translation as essential for Protestant mission, offshoot in literacy and education9 (97)

Ambiguos status of Adventists in terms of Protestantism and evangelicalism10 (97)

Pentecostal churches in Latin America entering into political alliances detrimental to their own development11 (102)

1J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 83.

2J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 84.

3J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 8586.

4J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 87.

5J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 87.

6J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 88.

7J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 8889.

8J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 9091.

9J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 97.

10J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 97.

11J. Samuel Escobar, “Religion and Social Change at the Grass Roots in Latin America”Annals of the American Academy of Political and Social Science 554 (1997), 81-103, 102.

Wednesday, 28 May 2008

Roca

“money has always had a 'central value' in everyday religion in Brazil. Arguing that Brazilians despise money because of their Catholicism and 'personalism' can result in a certain bias in the interpretation of everyday religious practices.”1

Emphasises that churches like IURD do not only have short term material goals but also a long-term strategy which is political. Seeking to “take over the nation and remake it to its own image.”2

“their objective is not only to sanctify their money, but to sanctify the country: appropriating money is a necessary step in the direction of transforming Brazil into a Christian nation.”3

Money has always had a central role in Brazilian religious traditions for these were shaped in “the context of world trade, colonialism and slavery.”4

“the Brazilian colony was based on the exploitation of slavery, the economic objectification of people, and the maximization of profits in trade. Before being a nation, Brazil was a market and a factory.”5

use of coin rituals in ABRs.6

practice of turning to the saints or to the orixas for financial help.7

Exu, works spells for money, but is not reliable as can turn against “employer” if someone else pays more.8

Brief summary of the Brazilian economic crises. Difficulty for many amongst the poor to get credit.9

Tries to offer a more nuanced perspective on finances in IURD and other neo-pentecostal churches than those who simply accuse it of being a religion of money:Key points: (1) tithes are neither a pure “gift” nor given in expectation of immediate return. Rather “what the believers are buying is time and space in the house of the Lord; the possibility of building a long term strategy for their lives; a perspective, a project, a structure, getting out of the vicious fluidity and ephemerality of fungible, 'living money'...they are not worshipping money, but trying to control its living force.”10

claims that a patronage system still exists but “the former patrons, saints and Orixás have been substituted by a higher patron, God.11

claims that neopentecostal political project shares a common belief that they are able to control the power of living money and therefore regenerate the country.12 disillusionement with churches may lead to return to former religious practices.13

1RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 320.

2RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 320.

3RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 321.

4RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 321322.

5RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 322.

6RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 322.

7RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 323.

8RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 324.

9RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 325329.

10RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 331.

11RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 332.

12RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 333.

13RS Roca, “ 'Dinheiro Vivo' Money and Religion in Brazil” Critique of Anthropology 27:3 (2007), 319339, 334.

Kirk

"the growing participation of Third World Christian leaders in the councils of world-wide Christian bodies has brought to the fore the political and social implications of the gospel." 1(42)

refers to poverty in third world countries and contrast with the riches and luxury 2(59-60)

"Copacabana illustrates the sad plight of human beings caught in the trap of poverty. More importantly it bears witness to the savage consequences of discriminatory incomes." 3(68)

1J.A Kirk, A New World Coming, Basingstoke: Marshall, Morgan and Scott, 1983, 42.

2J.A Kirk, A New World Coming, Basingstoke: Marshall, Morgan and Scott, 1983, 5960.

3J.A Kirk, A New World Coming, Basingstoke: Marshall, Morgan and Scott, 1983, 68.

Wednesday, 21 May 2008

Muniz

"Verificam-se no Brasil na década de 90 (especialmente – e ironicamente – em 1995, Ano das Nações Unidas para a Tolerância), choques sérios entre um setor evangélico, a Igreja Universal do Reino de Deus, e a Igreja Católica (mais TV Globo), com destaque para o famoso episódio do “chute na santa”. Outra constante é a reclamação de que a cobertura jornalística de matérias envolvendo evangélicos tem sido freqüentemente discriminatória. Enfim, outra circunstância incômoda para muitos evangélicos é a política adotada pela Fundação Nacional de Amparo ao Índio (FUNAI) de proibição de acesso de missionários evangélicos a comunidades indígenas Para completar o quadro, os “evangélicos” são freqüentemente acusados de intolerância e sua ascensão é vista, devido a essa imagem, com certo temor por setores da sociedade." 1(9)

o

"São fundamentais na definição de identidade evangélica: 1. a exclusividade de Jesus como caminho de salvação; 2. obrigação de combater a idolatria; 3. um forte senso de “ter a verdade” e “ser diferente”; 4. um forte senso de obrigação de evangelizar, mas não apenas de semear o Evangelho para quem quiser ouvir, e sim expandir."2 (13)

on prosperity theology

"Se a ética protestante foi co-geradora do espírito capitalista, para depois ser por ele completamente repelida, ou melhor, desprezada como irrelevante em suas raízes religiosas, agora o turbocapitalismo em sua fase ultraconsumista se lança com toda a força de sua influência sobre a “religião protestante”, e é co-genitor de profunda transformação doutrinária" 3(17)


prosperity theology seen as consumer mentality "A ética neopentecostal por excelência é a aplicação combinada da Teologia da Prosperidade e da doutrina da Batalha Espiritual."4 (18)


role of speaking in tongues, healing and exorcism in Pentecostalism5 (19-20)


"Bastian joga a possibilidade de a força do pentecostalismo residir em sua capacidade de ruptura com a subordinação à ordem católica, sem mudar a estrutura da religião do pobre urbano. Tira os santos, porem restitui, reformulado, o imaginário mágico articulado a formas hipermodernas de comunicação e de gestão."6 (20)


"Frestonqualifica os pentecostais como distintos teologicamente pela ênfase nos dons do Espírito Santo, como línguas, curas e profecias, e sociologicamente pela evangelização quase sempre das camadas pobres. Apresentam alto índice de prática e forte senso de minoria aliado à natureza sectária da socialização pentecostal."7(22)


refers to Freston's claim that part of the rejection of pentecostals by some is that they challenge the hierarchichal sincretistic model of Brazilian religion replacing it with a competitive pluralism 8(24)


"Logo no início da leitura das reportagens publicadas em 1995, selecionadas para esta análise, fica evidente que, enquanto para a imprensa representada pela Folha de S.Paulo — e também para a Igreja Católica, setores da intelectualidade e correntes protestantes —, a atitude “proselitista” da Universal representa a essência de sua intolerância, para a Universal — em artigos e editoriais na sua Folha — “ecumenismo” não passa de uma estratégia católica de cooptação, e abrir mão do proselitismo, ou da evangelização, seria abrir mão de sua identidade."9 (34)


1R Muniz, ' Intolerância Religião no Brasil: Leitura crítica da Folha de S.Paulo e da Folha Universal

durante 1995, Ano Internacional da Tolerância', NURES 4 (2006), http://www.pucsp.br/nures/revista2/index.htm, 9.

2R Muniz, ' Intolerância Religião no Brasil: Leitura crítica da Folha de S.Paulo e da Folha Universal

durante 1995, Ano Internacional da Tolerância', NURES 4 (2006), http://www.pucsp.br/nures/revista2/index.htm, 13.

3R Muniz, ' Intolerância Religião no Brasil: Leitura crítica da Folha de S.Paulo e da Folha Universal

durante 1995, Ano Internacional da Tolerância', NURES 4 (2006), http://www.pucsp.br/nures/revista2/index.htm, 17.

4R Muniz, ' Intolerância Religião no Brasil: Leitura crítica da Folha de S.Paulo e da Folha Universal

durante 1995, Ano Internacional da Tolerância', NURES 4 (2006), http://www.pucsp.br/nures/revista2/index.htm, 18.

5R Muniz, ' Intolerância Religião no Brasil: Leitura crítica da Folha de S.Paulo e da Folha Universal

durante 1995, Ano Internacional da Tolerância', NURES 4 (2006), http://www.pucsp.br/nures/revista2/index.htm, 1920.

6R Muniz, ' Intolerância Religião no Brasil: Leitura crítica da Folha de S.Paulo e da Folha Universal

durante 1995, Ano Internacional da Tolerância', NURES 4 (2006), http://www.pucsp.br/nures/revista2/index.htm, 20.

7R Muniz, ' Intolerância Religião no Brasil: Leitura crítica da Folha de S.Paulo e da Folha Universal

durante 1995, Ano Internacional da Tolerância', NURES 4 (2006), http://www.pucsp.br/nures/revista2/index.htm, 22.

8R Muniz, ' Intolerância Religião no Brasil: Leitura crítica da Folha de S.Paulo e da Folha Universal

durante 1995, Ano Internacional da Tolerância', NURES 4 (2006), http://www.pucsp.br/nures/revista2/index.htm, 24.

9R Muniz, ' Intolerância Religião no Brasil: Leitura crítica da Folha de S.Paulo e da Folha Universal

durante 1995, Ano Internacional da Tolerância', NURES 4 (2006), http://www.pucsp.br/nures/revista2/index.htm, 34.

Mariz Renovacao

"Ao se enfatizar os aspectos antiinstitucionais e não burocratizados da religião atual, esquece- se que a transmissão e reprodução de experiências coletivas apenas podem ocorrer porque existem organizações sociais." 1(169-170)


"Diferentes movimentos ou grupos religiosos, tanto aqueles com perfil do que se costuma chamar de Nova Era, como os grupos pentecostais e carismáticos, cuja base é uma experiência mística, têm desenvolvido complexas organizações de amplitude internacional. Além disso, esses grupos participam muitas vezes de redes que se constituem em novas organizações interreligiosas que coordenam a relação − encontros e trocas − entre distintos movimentos, grupos, igrejas. Por outro lado, podem se agregar também a um outro tipo de organizações religiosas que desenvolvem interfaces com outras esferas sociais, sejam essas de serviços de saúde, de comunicação, educativas, artísticas, políticas, financeiras, comerciais, familiares etc. Desse modo, organizações propriamente religiosas podem se complexificar quando por vezes se misturam com instâncias organizativas de atividades relacionadas a outras esferas sociais, criando órgãos com fundamento religioso mas sendo também centros terapêuticos, rádios, editoras, televisões, e pequenas indústrias, lojas, comércios religiosos, escolas, entre outros."2 (170)


" Essa capacidade integrativa da organização católica se revela forte quando se compara essa igreja com as protestantes, que sofrem freqüentemente cisões e se subdividem."3 (171)


"Movimento de Renovação Carismática. O crescimento desse movimento tem...contribuído para o fortalecimento do espaço institucional da Igreja Católica... como a estrutura mais ampla da Igreja Católica conduziu a Renovação a adotar um tipo específico de organização... limitou e conteve algumas de suas propostas centrais."4 (172)


whereas Charismatic Renewal sort to change the church as a whole, structure of the RCC made Charismatic renewal into a religious movement and thus schism was avoided 5(172-173)


desire of Charismatic renewal to affect the church as a whole and not be simply a movement demonstrated through the words of many of its leaders6 (173-175)


despite initial rejection of bureacracy by leaders of Charismatic renewal as stifling charisma, bureaucracy is necessary to allow innovative elements to survive the passing of the initial charismatic moment 7(175-176)


setting up of an international structure happened after the movement came to Brazil. Process dictated by the Vatican. Establishment as a religious movement. 8(176-179)


great plurality, variety and spontaneity in the prayer cells. "Life and Covenant" communities also structured in very different ways9 (179-181)


on the one hand Charismatic Renewal criticised by some for setting up a parallel structure, often independent of local ecclesial control. On the other hand others criticise it for too much subservience to bishops and the pope 10(181-184)


"O argumento do presente artigo integra as duas posições aparentemente contraditórias do primeiro e segundo conjunto de autores. Argumenta-se que justamente por adquirir um certo paralelismo e autonomia organizacional, a RCC pôde se integrar à estrutura mais ampla da Igreja. Embora ofereça dispositivos para criação de organizações religiosas relativamente autônomas, a Igreja procura manter seus grupos internos dentro de certo controle."11 (183-184)

1C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 169170.

2C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 170.

3C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 171.

4C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 172.

5C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 172173.

6C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 173175.

7C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 175176.

8C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 176179.

9C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 179181.

10C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 181184.

11C Mariz, “A Renovação Carismática Católica: Uma igreja dentro da Igreja?,” Civitas 3:1 (2003), 169-186, 183184.

Mariz Reflexoes

Nessa religião compartilhar uma mesma fé não significa que se tenha um projeto de mudar o mundo pelo qual se lute. Não há uma causa pela qual se lute, nem há um mal único que se deva combater. Ao contrário da cosmovisão cristã, as religiões afro-brasileiras não possuem uma proposta ética universal. Nãoapresenta uma proposta de mudar nem o mundo nem o indivíduo. Esta religiosidade não pretende ser missionária. Através dessas religiões os indivíduos buscam satisfazer o seu "santo" para ter sucesso no mundo sem mudá-lo, mas se adaptando a ele.1”(97)


internal competition among ABR leaders2

ABRs “Os inimigos, contra quem se luta, são outros seres humanos que desejam, às vezes apenas ocasionalmente, nosso mal. Como não se pressupõe nesta visão o bem e o mal como totalmente

exclusivos também não se aceita o embate entre o bem e o mal.”3

no universal ethics so “A luta religiosa nesse campo é em geral uma competição entre líderes que

tentam mostrar maior poder.”4


Acreditar que se faz o mal nas religiões afro-brasileiras é uma "verdade" interna a essas religiões. Em

conseqüência, seus membros não podem negar essas acusações, mesmo quando elas partem das igrejas neopentecostais, porque eles próprios delas se utilizam também”5


Nisso o neopentecostalismo se afasta das versões mais racionalizadas e menos encantadas do cristianismo

contemporâneo, que predominam nas igrejas históricas e na elite intelectual católica e no seu clero....Distingue-se por não definir as religiões afro-brasileiras como meras superstições, e ainda por considerar possessão um sintoma de histeria ou sugestão como fazem as versões mais intelectualizadas do

cristianismo.”6


tendo a discordar de Oro e sugiro que a aparente inércia do povo de santo em relação aos ataques dos neopentecostais se explica mais por sua cosmovisão do que por sua fragilidade política e social.”7


a Igreja Universal tem contribuído bastante para dar visibilidade e fazer conhecer nas camadas populares de Buenos Aires a religião afro-brasileira e seus orixás.”8

1CL Mariz, “Reflexões Sobre a Reação Afro-Brasileira à Guerra Santa” Debates do NER 1:1 (1997) 96103, 97.

2CL Mariz, “Reflexões Sobre a Reação Afro-Brasileira à Guerra Santa” Debates do NER 1:1 (1997) 96103, 9798.

3CL Mariz, “Reflexões Sobre a Reação Afro-Brasileira à Guerra Santa” Debates do NER 1:1 (1997) 96103, 98.

4CL Mariz, “Reflexões Sobre a Reação Afro-Brasileira à Guerra Santa” Debates do NER 1:1 (1997) 96103, 99.

5CL Mariz, “Reflexões Sobre a Reação Afro-Brasileira à Guerra Santa” Debates do NER 1:1 (1997) 96103, 99.

6CL Mariz, “Reflexões Sobre a Reação Afro-Brasileira à Guerra Santa” Debates do NER 1:1 (1997) 96103, 100.

7CL Mariz, “Reflexões Sobre a Reação Afro-Brasileira à Guerra Santa” Debates do NER 1:1 (1997) 96103, 101.

8CL Mariz, “Reflexões Sobre a Reação Afro-Brasileira à Guerra Santa” Debates do NER 1:1 (1997) 96103, 102.

Mariano 1

"Revela que, entre tais efeitos, destacam-se a adoção de modelos de gestão de cunho empresarial, a centralização da gestão administrativa e financeira, a concentração do poder eclesiástico, a profissionalização dos quadros ministeriais, o uso de estratégias de marketing e de métodos heterodoxos de arrecadação, a fixação de metas de produtividade para pastores e bispos, a minimização e o abandono de práticas ascéticas e sectárias, a adaptação dos serviços mágicoreligiosos aos interesses materiais e ideais dos fiéis e virtuais adeptos."1 (111-112)


"A secularização do aparato jurídico-político constitui processo histórico decisivo na formação das sociedades modernas ocidentais. A separação Estado–Igreja, que no Brasil ocorre concomitantemente com o advento do regime republicano, não só faz parte desse processo de secularização como o impulsiona."2 (112)


In Brazil, break of the monopoly of the Catholic Church; increase of the competition between religions, pluralism 3(112)


"Com efeito, há maior liberdade religiosa no Brasil do que na França. Que o digam as “seitas” do país de Voltaire."4 (113)


"No caso brasileiro, a situação pluralista e concorrencial consolidou-se tão-somente na segunda metade do século XX, mais de meio século depois da separação Igreja-Estado. Desde então a lógica de mercado passou a orientar as ações organizacionais, religiosas e proselitistas de vários grupos religiosos, sobretudo de certas denominações pentecostais. O que não significa que essa lógica predomine atualmente sobre o conjunto das igrejas pentecostais.....observa-se que diversas igrejas desse movimento religioso –muito diversificado internamente nos planos institucional, organizacional e teológico, na composição social de seus membros e na sua relação com a cultura e a sociedade abrangente – se baseiam em princípios, tradições, doutrinas e práticas dissociados, em boa medida, dos imperativos do mercado religioso. Apesar disso, várias igrejas pentecostais, no afã de superar a concorrência religiosa e de atingir metas evangelísticas as mais ambiciosas, vêm perseguindo essa lógica. Algo que pode ser observado já na adoção que, nas últimas décadas, elas vêm fazendo de um modelo de organização e gestão denominacional de molde empresarial, cujo efeito é acentuar ainda mais a concentração e verticalização do poder eclesiástico e a centralização administrativa e financeira. Organização e gestão pouco compatíveis com governos eclesiásticos congregacionais, que, além de descentralizados e, em teoria, democráticos, costumam facultar grande autonomia religiosa e administrativa às lideranças e comunidades locais."5 (115)


, a Universal, não só adota governo eclesiástico episcopal como é comandada com mão de ferro por Edir Macedo. Um de seus bispos e fundadores, deputado federal Carlos Rodrigues (PL/RJ), admite tranqüilamente que o governo eclesiástico da Universal “é uma ditadura”. O que não o constrange nenhum pouco. Pois, para ele, “democracia dentro da igreja não funciona”" "6(116)


"Embora líderes da Assembléia de Deus definam seu governo eclesiástico como congregacional, na prática os pastores presidentes de ministérios concentram enorme poder clerical e centralizam a administração e os recursos das congregações sob sua jurisdição" 7(116)


denies that Pentecostal churches involve democratization; e.g. restricted role of women; yet accepts that they are less elitist in their leadership structure 8(116-117)


sees the Renascer em Cristo church as an example of the use of business models, and quotes Hernandes description of the church as "uma empresa no mercado" and his background and wide use of marketing9 (117-118)


commenting on R. Alves' critique of Pentecostalism in the 1970s "A despeito das críticas de Alves a esse grupo religioso, tal como Monteiro, ele aponta a emergência de algo até então absolutamente inédito no campo religioso brasileiro: o início da transformação de pequenas seitas pentecostais, mal organizadas e desprovidas de corpo burocrático, em empresas produtoras de bens de salvação, administradas segundo a lógica do mercado. Fenômeno que Monteiro associa à difusa influência da expansão capitalista sobre o próprio funcionamento e organização dessas instituições religiosas."10 (118)


quotes various authors who describe the Universal using business metaphors 11(119-120) "Como se pôde observar, os pesquisadores referem-se à Universal como empresa e holding, cujas atividades empresariais7, mercantilistas e de marketing, além de objetivarem a defesa de seus interesses organizacionais e religiosos, visam ao lucro e, para alguns, resultam em exploração financeira e, na esteira disso, proporcionam enriquecimento ilícito dos responsáveis pela gestão e comercialização dos serviços e produtos mágico-religiosos." 12(120)


"No caso específico da Igreja Universal, pode-se afirmar, resumidamente, que sua organização empresarial, liderada por um governo episcopal centralizado em seu fundador e bispo primaz, se baseia na concentração da gestão administrativa, financeira e patrimonial, na formação de quadros eclesiástico e administrativo profissionalizados, na adoção de estratégias de marketing, na fixação de metas de produtividade para os pastores locais, num eficiente e agressivo mecanismo de arrecadação de recursos, num pesado investimento em evangelismo eletrônico, empresas de comunicação e noutros negócios que orbitam em torno de atividades da denominação, na abertura de grandes templos e na provisão diária, metódica e sistemática de elevada quantidade de serviços mágico-religiosos." 13(121)


links prosperity theology in many churches to the need to finance teleevangelism14 (121-122) link to questionable money making methods15 (122)

1R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 111112.

2R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 112.

3R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 112.

4R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 113.

5R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 115.

6R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 116.

7R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 116.

8R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 116117.

9R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 117118.

10R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 118.

11R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 119120.

12R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 120.

13R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 121,

14R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 121122.

15R Mariano, 'Efeitos da secularização do Estado, do pluralismo e do mercado religiosos sobre as

igrejas pentecostais', Civitas 3:1 (2003), 111–125, 122.