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Monday, 2 June 2008

Prandi

Afro-Brazilian religions (ABR) underestimated in census due to historic syncretism with Catholicism 1(16)


aggression from Pentecostalism. Subject to prejudice, linked to general prejudice against Blacks.2 (16)


ABRs more catholic in traditional areas and more independent in urban areas. 3(16-17(

Umbanda: Catholicism+SPiritism+ Candomble, followers often identify as first two4 (17) linked to three race myth5 (20)

yet despite caveats ABR religions in decline, traditionalism leads to struggle with rapid change6(18-19)

decline of Catholicism may affect ABRs where there was greater syncretism7 (19)

"O conjunto encolheu, mas o candomble cresceu" 1991: 107,000 2000 140,600. Umbanda declined from 540,000 to 432,000.8 (21)


Candomble changed by intellectual appropriation of Africa and rejection of Catholic heritage9 (22)


Umbanda seeking an ethical division created a pantheon of exus and pombagirias which were demonized by Pentecostal churches 10(23)


claims that neopentecostals make "perseguição às crenças afrobrasileiras um ato de fé," 11(24)


refers to Samuel Goncalves an Assemblies of God Pastor who affirmed that African Religion was one of the three curses of Brazil 12(24)


Fears evangelical political success may result in persecution 13(24)


Laments lack of organizational capacity of ABRs as compared to Pentecostalism14 (24-25)

"Por exemplo, na prática expansiva de uma das mais dinâmicas igrejas neopentecostais, fazer fechar o maior número de terreiros de umbanda e candomblé existentes na área em que se instala um novo templo é meta que o pastor tem que cumprir." 15(25)

ABRs unable to adapt to the movement to mass religion16 (25)

laments that the extinction of candomble and umbanda may threaten Brazilian pluralism 17(26-27)

1R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 16.

2R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 16.

3R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 16–17.

4R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 17.

5R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 20.

6R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 18–19.

7R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 19.

8R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 21.

9R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 22.

10R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 23.

11R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 24.

12R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 24.

13R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 24.

14R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 24–25.

15R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 25.

16R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 25.

17R Prandi, “As religiões afro-brasileiras e seus seguidores,” Civitas 3:1, 15–33, 26–27.

Oro, Steil

defines neo-pentecostalism as: "pentecostalismo de líderes fortes, pentecostalismo anti-ecumênico, pentecostalismo "liberal", pentecostalismo de cura divina, pentecostalismoeletrônico e pentecostalismo empresarial."1 (10 n1)


refers to a repression in the 1950s of Afro-Brazilian religions by the Catholic Church2 (10-11)


attack on ABR seen as central to IURD growth strategy (11)


accepts that neo-pentecostals are themselves victims of a negative stereotypical portrayal by the midia and social sciences3 (11)


neopentecostals seen to adopt an ancient worldview whereby "Segundo essa representação, os demônios são seres espirituais possuidores de força superior a dos homens mas 4inferior a dos deuses" (12)


quotes, rather surprisingly, Mariz in claiming that angels play a marginal role in Pentecostal churches, parallel to underplaying saints and the virgin Mary5 (13)


refers to the way in which the IURD sees the ABRs as the main way through which the demonic manifests itself in Brazilian society, and thus wages a symbolic spiritual warfare, which at times overflows into violence, against the ABRs6 (14-16)


"para C. Mariz, a satanização conduzida pelo neopentecostalismo visa manter a ortodoxia de urna fé ameaçada por religiões rivais, especialmente afro-brasileiras e Nova Era, e resulta, de urn lado, do fato dessas expressões religiosas também oferecerem experiência emocional e mágica e, de outro lado, de serem grupos abertos a mistura religiosa e ao sincretismo."7 (16)


"V. Boyer sublinha a situação de concorrência entre cultos de possessão e igrejas pentecostais para o recrutamento, majoritariamnte feminino, num mesmo meio social"8 (17)


"Em conseqüência temos, de urn lado, a conversão de umbandistas, até mesmo de pais e mães-desanto e, de outro lado, pastores da Universal que precisam dominar, conhecer, os códigos das religiões afro-brasileiras para acederem aquele cargo."9 (17)


demonization of ABRs seen as part of a IURD strategy to differentiate itself amongst evangelicals10 (19) "enfatizar um novo modo de ser pentecostal, dando-se uma especifidade, uma nova missão"11 (19)


"a dramatização ritualística da demonização traduz, até certo ponto, a rejeição do neo-converso do seu modo de vida pregresso e a expressão de sua mobilidade religiosa (e quiça também social);necessidade de sublinhar o novo em relação ao velho, o abençoado e liberto em relação ao pecaminoso e mundano. Nesta 1ógica, o passado não é esquecido, desmemorializado. Ele é constantemente atualizado para ser diariamente exorcizado, sempre renovado e representado no ritual do exorcismo/libertação"12 (20)


analyses the timed response of the ABRs when faced with such attacks (20-26) interesting comparison with the media scandal surrounding SVHs kick 13


refers to the movement from talking about conversion to talking about deliverance in the IURD14 (27 note 8)


"no Uruguai e na Argentina a instalação da IURD sucedeu a implantação das religiões afro-brasileiras, o que significa que, neste caso, a IURD se expandiu no rastro daquelas religiões porque, até certo ponto, necessita das mesmas, isto é, do conhecimento da sua cosmovisão, crenças e ritos, por parte dos seus interlocutores, para se instalar e obter sucesso"15 (29)


note 20: "Resta saber qual é o discurso da IURD e que rituais põe em prática em países sem tradição religiosa afro-brasileira. R. Mariano sugere que efetuam a demonização de espíritos territoriais, regionais, geográficos (Mariano, 1995). É isso que provavelmente ocorre posto que o próprio E. Macedo, num dos seus livros, após efetuar uma análise dos demônios no Antigo e no Novo Testamentos, e na igreja primitiva, afirma: "É possível que nos mais diversos lugares onde a Igreja atuava, os demônios fossem identificados com a cultura local" (Macedo, 1995:20; grifo nosso ). Assim procedendo, estará a Igreja Universal adaptando a sua máquina discursiva as culturas locais. Está é, aliás, uma das características da máquina narrativa, segundo Corten (1996), ela é flexivel e incorpora elementos locais. Ademais, a julgar pelas imagens e relatos de pastores brasileiros da Universal em atuação no exterior, e veiculadas pela TV Record, um importante mecanismo posto em prática pela Universal para atrair as pessoas, obter êxito e desfrutar de aceitação local consiste na prestação de ações de assistência social em relação aos mais necessitados"16 (29)



Carlos Alberto Steil, “DEMÔNIOS MODERNOS EM RITUAlS DE PODER,” Debates do NER 1, no. 1 (November 1997): 38–45.


"Como mostra Mello e Souza, em seu livro o diabo e a Terra de Santa Cruz, dedicado ao tema do diabo no Brasil colonial (1987),o processo de demonização dos cultos indígenas e africanos está

presente na própria constituição da imagem que os portugueses fazem da "população selvagem, canibal e dominada pela magia que vivia num paraíso de riquezas naturais". A identificação do diabo com as entidades dos cultos afro e indígenas, no entanto, aponta para uma ambigüidade ou fraqueza simbólica que as tornam incapazes de expressar o mal encarnado no diabo cristão. Deste modo, uma vez que não se colocavam nem no domínio de Deus nem do diabo, as religiões indígenas e afro-brasileiras puderam ser cultuadas e reinventadas no Brasil."17 (39)


"compreender a intensificação das dicotomias entre o bem e o mal como uma nova forma religiosa de atribuir sentido ao viver sob a insegurança e a incerteza dentro de uma sociedade que deixa pouco espaço para a negociação"18 (40)

1A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 10 note 1.

2A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 10–11.

3A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 11.

4A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 12.

5A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 13.

6A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?,” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 14–16.

7A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 16.

8A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 17.

9A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 17.

10A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 19.

11A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 19.

12A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 20.

13A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 20–26.

14A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 27 note 8.

15A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 29.

16A P Oro, “Neopentecostais e Afro-brasileiros: Quem Vencerá Esta Guerra?” Debates do NER 1:1 (1997): 10–36, 29.

17CA Steil, “Demônios Modernos em Rituals de Poder” Debates do NER 1:1 (1997) 38–45, 39.

18CA Steil, “Demônios Modernos em Rituals de Poder” Debates do NER 1:1 (1997) 38–45, 40.

Wednesday, 21 May 2008

Merlo

"Os adeptos e freqüentadores das religiões afro-brasileiras em Ilhabela, conhecidos como seguidores do “saravá”, afirmam ser vítimas de discriminação religiosa, hoje, pelos pentecostais, que chegam a ser ostensivos em seus repúdios que se caracterizam por perseguições e aclamados discursos contra os “seguidores do diabo”. É recorrente a referência em diversos relatos da agressividade de ex-iniciados convertidos em evangélicos em relação as suas antigas religiões e/ou adeptos, levando em consideração que alguns são parentes."1 (2)


quoting a practicioner "o Brasil é essa coisa – todo mundo é católico, todo mundo é protestante, mas todo mundo vai no candomblé" 2(3)


"Uma vez que parte da população afro-descendente de Ilhabela pretende sair da invisibilidade e tornar-se visível assumindo a própria negritude, a religião afro-brasileira passa a dar esse sentido à vida apoiado nos deuses que reforçam a origem e a dignidade dos adeptos, seja na umbanda, seja no candomblé, esta criação e recriação da identidade afro-brasileira foi captada em Ilhabela. " 3(6)


"Por sua vez, também aparece a inserção do pentecostalismo na região, e este emerge como o neo-perseguidor. Mais precisamente, se antes a cultura afro-brasileira era combatida pela polícia, hoje essa perseguição se dá por outras religiões, e em especial pelos pentecostais, além de outras formas de discriminação, como o descrédito, o desrespeito, a invisibilidade a que é submetido o negro e tudo o que o represente. Há entre os quilombolas de Caçandoca aqueles que praticavam cultos afro-brasileiros quando viviam em outros locais e que hoje se tornaram evangélicos, renegando esse passadode forma ampla, ou seja, não só o aspecto religioso, mas em todos os sentidos. Há um discurso da renovação, o passado remete-os a um tempo e a uma experiência que negam neste momento de suas vidas em que optaram por outra religião e por novos dogmas" 4(12)

1M Merlo, ' Religiosidade: entre negociação e conflito Pentecostais, católicos e adeptos de religiões afro-brasileiras em Ilhabela e Ubatuba', Nures 8 ( 2008), http://www.pucsp.br/revistanures, 2.

2M Merlo, ' Religiosidade: entre negociação e conflito Pentecostais, católicos e adeptos de religiões afro-brasileiras em Ilhabela e Ubatuba', Nures 8 ( 2008), http://www.pucsp.br/revistanures, 3.

3M Merlo, ' Religiosidade: entre negociação e conflito Pentecostais, católicos e adeptos de religiões afro-brasileiras em Ilhabela e Ubatuba', Nures 8 ( 2008), http://www.pucsp.br/revistanures, 6.

4M Merlo, ' Religiosidade: entre negociação e conflito Pentecostais, católicos e adeptos de religiões afro-brasileiras em Ilhabela e Ubatuba', Nures 8 ( 2008), http://www.pucsp.br/revistanures, 12.

Friday, 16 May 2008

Jungblut Guerra

In this article Jungblut argues that the rhetoric of spiritual warfare used by neo-pentecostals against ABRs is in turn used against them by more conservative evangelicals and pentecostals, especially regarding gnostic new age influences upon prosperity theology1

1AL Jungblut, “A Guerra Santa de Evangélicos contra o Neopentecostalismo” Debates do NER 1:1 (1997), 46–52.

Jungblut ctd

Campbell: "Basicamente pela substituição gradual da transcendência que caracteriza o espírito religioso do ocidente pela imanência que caracteriza, grosso modo, a religiosidade oriental." 1(102) Calvinist transcendence under attack from secularism and alternative beliefs 2(103)


alternative beliefs deny dualism God/man; emphasise the potential for human divinization; tend to be individualistic; a-ethical; syncretistic and non-institutional3 (103-106)


quotes Harold Bloom's claim that religion in America is gnostic 4(106-107)


"destradicionalização...um processo de declínio da tradição – religiosa ou não –como norteadora do comportamento dos indivíduos ou dos grupos sociais...“desteologização” para nomear aquilo que estaria ocorrendo em muitas das formas de pentecostalismo, quando se passa a valorizar muito mais as experiências extáticas e o pragmatismo do que os argumentos teológicos ... “nova-erização”, criado por Anthony D’Andrea para nomear aqueles processos destradicionalizantes da religião que resultam para os grupos ou indivíduos neles envolvidos na adoção de práticas e cosmovisões afins com o que genericamente se conhece por “Movimento Nova Era” ou “New Age”."5 (107-108)


links with postmodernism; pick-and-mix religion6 (108-110)

o

"Neste sentido, pode-se, então, afirmar que o início de uma efetiva pluralização do campo religioso brasileiro com a emergência do pentecostalismo se fez de forma simultânea a uma pluralização interna do campo evangélico. O mais interessante dessa pluralização interna é que ela está relacionada não somente a um aumento considerável da diversidade denominacional, o que efetivamente ocorreu, mas também a uma diversidade de estilos e posturas religiosas que perpassa transversalmente as denominações. Em virtude disso, integrar uma determinada denominação evangélica não é hoje no Brasil, mais do que já foi no passado, índice seguro para a atribuição de um perfil individual preciso de posturas teológico-doutrinais."7(111)


claims that this plurality comes from the transplant of ideas from USA 8(111)


1AL Jungblut, 'O Evangelho New Age: Sobre a gnose evangélica no Brasil na visão de seus detratores', Civitas 6:2 (2006), 101–121, 102.

2AL Jungblut, 'O Evangelho New Age: Sobre a gnose evangélica no Brasil na visão de seus detratores', Civitas 6:2 (2006), 101–121, 103.

3AL Jungblut, 'O Evangelho New Age: Sobre a gnose evangélica no Brasil na visão de seus detratores', Civitas 6:2 (2006), 101–121, 103–106.

4AL Jungblut, 'O Evangelho New Age: Sobre a gnose evangélica no Brasil na visão de seus detratores', Civitas 6:2 (2006), 101–121, 106–107.

5AL Jungblut, 'O Evangelho New Age: Sobre a gnose evangélica no Brasil na visão de seus detratores', Civitas 6:2 (2006), 101–121, 107–108.

6AL Jungblut, 'O Evangelho New Age: Sobre a gnose evangélica no Brasil na visão de seus detratores', Civitas 6:2 (2006), 101–121, 108–110.

7AL Jungblut, 'O Evangelho New Age: Sobre a gnose evangélica no Brasil na visão de seus detratores', Civitas 6:2 (2006), 101–121, 111.

8AL Jungblut, 'O Evangelho New Age: Sobre a gnose evangélica no Brasil na visão de seus detratores', Civitas 6:2 (2006), 101–121, 111.

Saturday, 3 May 2008

Aquino ctd...

consequence of neo-pentecostalism--> secularism and religious individualism1

1JLF de Aquino and GGS de Oliveira, ' 'Overpragmatism', Denominationalism, Fundamentalism, Liberalism -- and the Evangelical Way', Transformation 21:1 (2004), 19–21, 20.