critical comment on an evangelical proposal in RJ to gain state funding for programmes seeking to heal homosexuality.1 (115-117)
Analyses the teaching of Moses regarding homosexuality, seen to break the natural order established by God2 (117-118)
in evangelical discourse biological explanations of homosexuality rejected instead emphasis is on homosexuality as a learned behaviour through negative experiences (especially at home) 3(118-119)
o
homosexuality also linked to spiritual forces. Experiences of demons, esp. through umbanda; Candomble...homesexuality also a means of opening to demonic influence 4(119-120)
o
analysis concerning the discourse classifying homosexual practice as unnatural 5(120-122)
o
spiritual warfare involved in the restauration of homosexuals; importance of the healing of memories and the role of the confession of sins, even those of ancestors 6(124-126)
presents evangelical and pentecostal perspectives in terms of a passage from flesh body--> temple body 7(126-127)
1M Natividade, “Homosexualidade, Gênero e Cura em Perspectivas Pastorais Evangélicas,” Revista Brasileira de Ciências Sociais 21:61 (2006),115–132, 115–117.
2M Natividade, “Homosexualidade, Gênero e Cura em Perspectivas Pastorais Evangélicas,” Revista Brasileira de Ciências Sociais 21:61 (2006),115–132, 117–118.
3M Natividade, “Homosexualidade, Gênero e Cura em Perspectivas Pastorais Evangélicas,” Revista Brasileira de Ciências Sociais 21:61 (2006),115–132, 118–119.
4M Natividade, “Homosexualidade, Gênero e Cura em Perspectivas Pastorais Evangélicas,” Revista Brasileira de Ciências Sociais 21:61 (2006),115–132, 119–120.
5M Natividade, “Homosexualidade, Gênero e Cura em Perspectivas Pastorais Evangélicas,” Revista Brasileira de Ciências Sociais 21:61 (2006),115–132, 120–122.
6M Natividade, “Homosexualidade, Gênero e Cura em Perspectivas Pastorais Evangélicas,” Revista Brasileira de Ciências Sociais 21:61 (2006),115–132, 124–126.
7M Natividade, “Homosexualidade, Gênero e Cura em Perspectivas Pastorais Evangélicas,” Revista Brasileira de Ciências Sociais 21:61 (2006),115–132, 126–127.
No comments:
Post a Comment